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Pétalas de Luz! - 21

07/02/2000

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Raça Futura

"... A corda, os grampos e os ganchos ainda se encontravam onde tinham caído, mas não me ofereciam nenhuma possibilidade de regresso, era impossível voltar a cravá-los na rocha, em cima, e as paredes eram tão lisas e tão a pique que não seria possível escalá-las de outro modo. Encontrava-me sozinho naquele estranho mundo, nas entranhas da Terra.

Lenta e cautelosamente avancei solitário, pela iluminada estrada afora, na direção do grande edifício... A estrada em si parecia uma grande passagem alpina, ladeando uma cadeia de montanhas rochosas, da qual aquela por cujos abismos descera era um elo. Muito embaixo, à esquerda, estendia-se um imenso vale que apresentava aos meus olhos perplexos sinais inequívocos de arte e cultura.

Havia campos cobertos de estranha vegetação, diferente de toda quanta vira à superfície da Terra. Em vez de verde, era de um tom de chumbo baço ou de um vermelho dourado... À minha retaguarda, à minha frente e ao meu lado, e tão longe quanto a vista alcançava, toda a cena brilhava, iluminada por inúmeros candeeiros. Aquele mundo sem sol era luminoso e quente como uma paisagem italiana ao meio dia, embora o ar menos opressivo e o calor mais suave.

Conseguia distingüir ao longe quer nas margens do lago ou regato, quer a meio de elevações alcandoradas entre a vegetação, edifícios que deviam ser, com certeza, lares de homens. Descobri até, embora muito ao longe, formas que me pareceram humanas. Por cima de mim não havia céu e sim, apenas uma espécie de telhado cavernoso. Esse telhado tornava-se cada vez mais alto, nas paisagens que ficavam longe, até se tornar imperceptível, oculto por um manto de neblina que se formava debaixo dele..."

Mistérios e Magias do Tibet

"... Dizem as profecias que num futuro remoto os povos dos mundos subterrâneos sairão de suas misteriosas cidades e aparecerão na superfície da Terra.

Nos mundos subterrâneos tudo vive em perfeita tranqüilidade, seu povo é sábio e conhece as Leis da Natureza.

Todas as cavernas da América do Sul, aquelas cujas entradas são de muito difícil acesso, estão guardadas pelos gnomos e habitadas por esse antigo povo que desapareceu da Terra.

As cavernas profundas estão iluminadas por uma luz particular, que permite o crescimento dos cereais, vegetais e frutas.

A capital chama-se Erdemi, também conhecida por Shamballah, e lá habitam os sacerdotes e sábios.

Em Erdemi, os sábios escrevem em tábuas e pedra toda ciência do nosso planeta e de outros mundos..."

Mistérios do Roncador

"... Na nossa última escalada fomos amparados por moradores-guardiões do Sagrado Monte tutelares de Pacha Mama, que felizmente nos reconheceu. Sobre eles não queremos entrar em detalhes, se o quiséssemos, como seria possível explicar as suas expressões sorridentes, seus olhos azuis e suas vozes cariciosas?

Para os despreparados e incautos, eles são seres psíquicos hostis, infestando e ameaçando todo profano que tenta adentrar-se rumo à Montanha Sagrada. Emitem pensamentos de forma maligna, transformando-se em terríveis opositores. Se o intruso persistir, sua tensão nervosa cairá em colapso e tais energias defensoras o perseguirão para sempre.

Autorizados a explorar o Grande Monte, atravessei a Montanha Sagrada em todas as direções por vários meses, até que encontrei a passagem que me levou até o patamar da Lagoa Sagrada, da qual se ergue o paredão principal. E em 12 de março de 1968 estávamos diante das três portas.

O simbolismo que encontramos nos corredores e nos salões, impressionaram-nos para todo sempre.

Os caminhos materiais que me levaram ao patamar inicial, onde se dá entrada para os salões internos, correspondiam inteiramente às descrições dos caminhos espirituais que percorríamos e que desde muito nos orientavam. E eu estava ali. Eu havia encontrado o segredo. Eu encontrara o caminho, guiado pela intuição e pela voz interior.

De súbito, minha atenção foi desviada por uma melodia jubilosa. Inicio então a descida pela escada... À medida eu vou descendo a fenda vai alargando. Vou aproximando-me mais e mais da luz, uma luz suave, difusa, porém sem brilho.

A partir daí sigo por uma fenda larga. Continuo a escutar a melodia indescritível. Desta vez encontro-me sozinho, nas entranhas da Terra. Sinto-me em paz profunda...

... Após a refeição natural nos dirigimos para o patamar, onde pairam os aparelhos dirigíveis. Tomamos um e partimos em grande velocidade. Dentro de poucos minutos, estávamos baixando sobre o cume dos Araes, onde os minaretes do Grande Castelo de Cristal, prostrado ao luar, brilhavam como milhões de pedras preciosas.

Quando nos aproximamos do patamar de aterrissagem, notei um ar festivo. Vi então, que de instante a instante chegavam naves de aparências extravagantes.

Abrimos a porta de nova nave; notei que o ar era aquecido e confortável, característico do outono matogrossense. Fui avisado por meu cicerone que estávamos indo assistir ao Ritual de Ano Novo...

Esta é a Cidade de Letha, onde está um dos maiores templos do orbe terrestre, cuja construção obedeceu a inúmeras ordens específicas. O interior é todo revestido de mármore, o forro é de jade e o piso é de puro ônix; seu colorido é de uma beleza harmoniosa. O Altar é de outro, com desenhos filetados; dali é irradiado poder e força para os seres que se arriscam em missões pela superfícies terrestre..."




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