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Pétalas de Luz! - 30

10/04/2000

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Missão Intraterrestre - Higienização da Terra

Fui levada do Centro Espírita a um lugar, que percebi ser uma espécie de ante-sala de uma cidade subterrânea, situada ao sul de Minas Gerais (paralelo 22º, meridiano 45º; região ao sul do equador e a oeste do meridiano de Greenwich).

Meus Guias eram seres pequenos, pouco mais de 1 metro de altura, não possuíam cabelos e eram magros. Fisicamente se assemelhavam a uma criança franzina, de 5 anos de idade.

Pareceu-me que seus corpos eram menos densos que os nossos.

Têm olhos grandes e límpidos. Parecem inocentes; seu olhar irradia tranqüilidade.

Dependendo da situação, seus corpos irradiam uma espécie de energia, principalmente da fronte e do tórax.

Sentia-me segura ao seu lado.

Numa espécie de ante-sala, me encontrei com mais cinco pessoas como eu: duas do Rio de Janeiro, uma de Brasília, uma de Jundiaí, uma de Belém do Pará e uma do Espírito Santo.

Todos fomos levados por seres parecidos com aqueles que me guiaram até ali.

Éramos três casais: um casal jovem - entre 20 e 30 anos. Outro casal um pouco mais velho, entre 30 e 40 anos, e o terceiro casal na faixa dos 50 a 60 anos.

Tomamos uma espécie de banho de luz e percebi que estavam fazendo uma higienização em nossos corpos astrais.

Logo após, penetramos numa sala muito grande. Vi aparelhos que pareciam sofisticados computadores. Muitos telões retratavam vários quadrantes da Terra, em vários níveis, tanto no plano físico como no astral, não só na crosta, mas também na subcrosta e regiões mais profundas.

Em alguns telões, vi rios e oceanos. Percebi que aparelhos detectavam as regiões onde a poluição era mais intensa, não só a poluição de indústrias, siderúrgicas, fábricas, etc, mas também retratavam poluição mental e radioativa.

Foi-me dado saber que todo aquele complexo subterrâneo, do qual eu só estava conhecendo uma pequena parte, se ocupava da higienização do planeta.

Eles detectavam os locais críticos e providenciavam uma limpeza, a nível físico e astral (e creio que este trabalho atingia também outros planos). Não foi possível perceber e precisar a percentagem de êxito nessa empreitada, mas creio que atinja mais de 50%.

Existem outros núcleos como este em outros pontos do planeta.

Viagem Astral, em 1988

CAPÍTULO 6

Astra Orion, o Planeta que Agoniza

É Lei da Natureza que tudo obedece a um ciclo de vida: nasce, cresce, alcança a plenitude, envelhece e morre. Assim no micro como no macrocosmo.

Tudo vive o tempo permitido e esse tempo corresponde a um certo número de unidades de vida. Esta unidade em qualquer ser corresponde a uma batida do seu coração.

Morrer não é bem o termo, pois nada nem ninguém morre, apenas muda-se de estado ou de dimensão. As matérias mais densas vão alimentar ou fertilizar outras matérias, e as mais sutis ascendem a novas paragens ou moradias. Na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma, afirmou o cientista Lavoisier.

Tudo isso que falamos tem muito a ver com o título deste Capítulo. Quando preparávamos o texto nos lembramos de Lobsang Rampa, que descreveu em um dos seus livros, uma viagem astral, feita por ele e outro colega de estudo ao mosteiro, em companhia do seu mestre o lama Mygiar Dondup, a um planeta que morria.

Ele nos conta que tudo lá era vermelho numa paisagem triste e desoladora. As rochas, a areia, o mar sem ondas, com espumas também vermelhas e mal cheirosas. Havia alguns seres vivos tipo crustáceos, sonolentos e cansados com a mesma coloração avermelhada. O sol era tão vermelho que se parecia com brasas de uma fogueira enorme que em breve se apagaria. Foi dito a eles que aquele mundo estava agonizando, não possuindo mais o movimento de rotação, que flutuava solto no imenso mar do espaço, como satélite de um sol que também agonizava e que mais tarde iria colidir com outro planeta na mesma situação, daí originando no futuro o nascimento de um novo mundo.

A seguir vamos apresentar o fruto de uma série de viagens em corpo astral, de um médium do GER a um planeta que agonizava e logo após os habitantes daquele orbe já instalados em seu novo mundo.

A praça onde se reuniam os habitantes do Planeta e os seus visitantes, até de outros sistemas solares, como era o meu caso, estava repleta. Algo, como um palanque enorme era o centro das atenções de todas as pessoas. Primeiramente, um homem de meia idade proferiu uma palestra, cujo assunto era a situação daquele planeta e de sua humanidade. Apesar de terem os acontecimentos previstos sob controle, notava-se uma certa tristeza no ar pelo inusitado momento que estavam passando. A Fraternidade Branca Universal representada por alguns dos seus membros mantinha-se presente o tempo todo, desde o início do processo, no que tangia às providências a serem tomadas, para que o objetivo fosse alcançado com pleno êxito.

Eu me encontrava ali presenciando um ciclo de evolução, que chegava ao seu ponto máximo. Lembrei-me de que a Terra estava vivendo também uma fase de transição como aquele mundo, embora de forma muitíssimo diferente. Aquele povo era obrigado a abandonar seu planeta porque o seu sol morria, ao passo que a maioria de nós, terráqueos, é obrigada a abandonar o nosso mundo porque ele sobe de categoria na escala dos mundos e não acompanhamos essa evolução. Poucos aqui na Terra falam sobre o assunto e os que ousam tocar no mesmo, são tachados de loucos. A nossa humanidade parece hipnotizada por alguma flauta mágica, não tem ou não quer tomar consciência do que se passa ao seu redor. A crença geral de que nada pode nos acontecer, é um verdadeiro dogma.

Fiquei surpreso de ver que tão longe da Terra, quem sabe, noutra galáxia, pessoas que talvez nunca tivessem reencarnado aqui soubessem o que irá acontecer com a Terra, e estivessem envolvidos neste processo de transição; ao passo que os terráqueos pouco estão ligando.

Para ser sincero, só captei o sentido geral da reunião. Os seus detalhes não fui capaz de entender. penso mesmo que não seria possível a nenhum de nós terráqueos, devido ao nosso grau de evolução espiritual estar muito aquém do deles.

O final da reunião foi comemorado com um coral cantando algo que não entendi porque os sons que emitiam estavam numa freqüência diferente; eu só ouvia partes do que cantavam e não percebia seqüência, não fazendo sentido para mim, visitante que era. Fiquei decepcionado por não entender o coral. Logo em seguida fui trazido de volta ao local da nossa reunião.

Esta foi a minha primeira viagem àquele Orbe, que passava por uma fase grave de transição, mas que possuía uma humanidade muito mais avançada que a nossa em todos os aspectos, razão porque todos estavam cientes do desenrolar dos acontecimentos.

Quando será que a nossa querida e linda Mãe Terra estará naquela posição?

Só Deus o saberá.

Esse episódio espiritual ocorreu no inicio de Julho de 1991.

Passaram-se alguns dias. Nova reunião do nosso grupo de estudos e eu concentrado entre meus companheiros de lides espirituais.

Instantaneamente meu espírito foi desligado do corpo e levado à cobertura do local onde estávamos reunidos. Lá na cobertura vi-me só, rodeado de silêncio e numa escuridão profunda semelhante ao blackout numa cidade quando se apagam todas as as luzes; no entanto, o céu negro como veludo, coruscante de estrelas, palpitava como se fosse um único Ser vivo. Assustei-me com a impressão que sentia, como se eu fosse um grão que vagava num abismo sem fim; então voltei ao meu corpo físico. Segundos após, fui do corpo novamente separado como se algo me sugasse em sentido vertical. Vi-me outra vez na cobertura do nosso prédio sentindo a mesma sensação aterrorizante de ser tragado pelo infinito. Mais uma vez voltei subitamente ao corpo e mais uma vez fui atraído para o telhado da casa. Ainda atônito, confuso com o sobe e desce sem parar naquela escuridão total, vislumbrei para minha tranqüilidade um pequeno disco de forma arredondada e cor de prata, projetando uma luz azul que formava uma grande pirâmide, vazia em seu interior, com o vértice sob o disco no ponto de emissão da luz. A luz formava quatro planos ou lados luminosos como lâminas, dando a forma piramidal. Parecia-se com uma projeção de raio laser como as que vemos na TV.

Enquanto admirava o belo espetáculo, ouvi uma voz na qual senti confiança e amor. Na verdade não era uma voz porque não havia som, era uma sensação acionando algum sentido que desconheço em mim, mas que traduzi pelas palavras abaixo:

- "Somos habitantes do planeta Marte. Chamamo-nos Edzio-mer e Soh-mer. Levaremos você em visita a uma super-civilização que habita um planeta dentro da Via Láctea, mas noutro sistema solar.

Este planeta é o quarto dos que gravitam em órbita, a partir de uma estrela ou sol com vida em fase terminal".

Imediatamente, me vi flutuando em torno de um planeta pequeno, talvez do tamanho da nossa lua. No espaço que parecia ser sempre poente, pela coloração avermelhada da luz que o Sol irradiava, vi grandes estruturas semelhantes a monolitos negros, sem brilho, alguns agrupados em número de três. Foi a primeira coisa que despertou minha atenção. Um dos meus acompanhantes informou-me que aquelas máquinas são usinas captadoras de luz e energia. Flutuam no espaço gravitando num campo de força criado para sustentá-las ali. Quando precisam de reparo, o campo é desativado lentamente, as máquinas ganham peso e descem suavemente pousando na superfície.

O sistema de transporte é efetuado através de tubos que saem da superfície do planeta.

As pessoas entram em pequenos veículos, algo como elevadores que deslizam dentro desses tubos de forma rápida, suave e segura. Após ganharem altura na posição vertical, os veículos trafegam na horizontal. Todos são protegidos por campos de força que os rodeiam e por isso jamais acontece um impacto. Quando se aproxima do setor terminal, esse tipo de condução se desloca como um elevador deixando as pessoas na superfície. As cidades ou setores não são muito grandes, mas são bem aproveitadas no que tange ao espaço, não sendo superpovoadas. Os habitantes não andam pisando no chão como nós, mas sim, flutuam sobre o solo. Seus corpos emitem uma aura radiosa que se tornava visível para mim.

Não existe poluição causada pelos habitantes, embora as cidades sejam protegidas por abóbadas muito grandes e transparentes, protegendo-as das descargas descontroladas de energia do sol em extinção.

Outro aspecto que muito me impressionou e enterneceu foi um jardim que visitei. Era estranhamente exuberante, embora não sendo de grandes dimensões. Tive a impressão de que, na medida em que dele me aproximava eu diminuía de tamanho e ele crescia. As flores tinham capacidade de mudar de forma e cor como um caleidoscópio. Movimentavam-se também em pequenos bailados como se fossem embaladas por uma brisa suave e coreografada e, embora fixas ao solo, entrelaçavam-se uma com as outras num movimento interessantíssimo, espalhando música no ar e os seus perfumes traduziam ondas de luz multicor formando diversos matizes, mas nunca se misturando. Apesar da fragilidade das hastes, folhas e flores passaram-me a idéia de que estas flores possuíam um prazo de vida muito mais longo do que suas irmãs da Terra. Em seguida a esse passeio pelo jardim, os meus amigos, os marcianos que me levaram, contaram que naquele planeta ainda havia outras formas de vida vegetal, comparáveis às das nossas ervas daninhas. Viviam separadas das belas e finas espécies para não as sufocarem com sua força bruta, primitiva, sendo entretanto cuidadas com igual amor. A separação entre ambas as espécies era necessária para que as daninhas completassem o seu ciclo evolutivo naquela esfera planetária; não as arrancavam ou queimavam, como fazemos aqui. Esta preocupação com a vida das espécies menos desprovidas de beleza, emocionou-me muito mais que o jardim fantástico que descrevi em linhas acima.

Outro fato muitíssimo curioso que observei foi que as plantas chamadas por nós de daninhas e parasitas, quando cultivadas afastadas das belas mutantes, pareciam frágeis e indefesas, mesmo raquíticas; todavia, um dos meus acompanhantes explicou que quando estão juntas às espécies mais delicadas tornavam-se fortes, ameaçadoras e agressivas, perturbando o desenvolvimento das outras espécies, daí a necessidade da separação. Fácil de compreender pois aqui fazemos o mesmo.

Após haver visitado os jardins, fomos ao centro de uma cidade. Logo percebi que não chamávamos a atenção dos habitantes de lá e fiz nesse sentido várias perguntas aos meus amigos, tais como: se as pessoas ignoravam a minha presença por indiferença ou porque já sabiam que eu apareceria por lá.

Responderam-me que o povo do lugar sabia acerca de tudo, inclusive da minha presença porque aquele acontecimento havia sido programado. Viam-me, mas, simplesmente não havia sentido para eles me olharem como estranho, mesmo porque eu iria ficar constrangido se começasse a ser olhado como ser exótico, estrangeiro; por sua vez, eles estavam acostumados a receber seres de muitos outros planetas. Em suma, no grau evolutivo em que se encontram eles não nos vêem como seres atrasados ou ignorantes, nos respeitando dentro do estágio de evolução de nossa vida, conscientes da existência dos diversos ciclos e até porque eles mesmos já estiveram há milênios atrás na nossa fase atual. É como nos diz o nosso querido Mestre Kuthumi: "O anjo de hoje foi o demônio de ontem", ou, invertendo a assertiva: "O demônio de hoje será o anjo de amanhã".

Pressenti que estávamos prestes a voltar. Abandonamos a cidade dentro de um veículo se deslocando através do tubo e fomos em direção a um dos pólos do planeta, onde havia uma construção magnífica que imaginei fosse una estação de embarque para viagens longas entre as estrelas. Caminhamos, ou melhor, voamos em direção à porta de uma grande torre. Depois disto só me recordo da chegada ao Centro, feliz por mais esta magnífica oportunidade que o Pai me concedeu de visitar "outras moradas" e trazer as imagens inesquecíveis para os meus companheiros de trabalho do GER.

Agosto ou Setembro de 1991, não me lembro ao certo e lá vou eu de carona numa nave espacial visitar o planeta que morria. Desta vez perguntei o nome daquele mundo e meus amigos me disseram que se chamava Astra Orion. É de notar-se que em todas as viagens que fiz a Astra Orion, o assunto da conversa era a transição do nosso planeta e o desaparecimento do deles.

Em uma daquelas viagens havia muita gente da Terra ali reunida. Haviam índios, negros, aborígenes da Austrália, cientistas , médicos, gente de toda parte do globo, com variado grau de intelectualização e cultura. Alguns em estado de vigília como eu, em corpo astral, porém totalmente consciente dos meus atos, outros dormindo. Todos, porém, iriam levar a mensagem da mudança do grau evolutivo da Terra, para seus semelhantes próximos, através de conversas, palestras, reuniões e eventos. Cada um com seu conhecimento iria interpretar dentro de suas possibilidades; alguns diriam que tiveram um sonho, mas todos deveriam saber, ter uma noção do que estará reservado para nossa humanidade em futuro próximo.

Essa última reunião terminou com uma espécie de grande projeção holográfica, isto é, imagens em três dimensões projetadas no ar e isto foi feito em duas partes. Na primeira, o planeta Astra Orion foi tragado pela escuridão do firmamento que o envolveu; algo como um encolhimento súbito, violento, até desaparecer. Na segunda projeção, um enorme planeta envolvido por uma nuvem densa de cor cinza, emitindo um som profundo, sendo de marcação ritmada, como a de um coração gigante. Um som simplesmente assustador, insuportável. Disseram-me que aquele "planeta gigante" era o que iria higienizar a Terra. Este corpo celeste é também chamado de "Planeta Intruso" porque ele não pertence ao nosso sistema. Depois dessas projeções tocarem fundo os meus sentimentos, pois há muito já tenho conhecimento desses momentos difíceis que a Terra irá passar com todos os reinos da natureza que a constituem, inclusive, o do ser humano. Fui trazido de volta pelos Amigos Marcianos à sede do GER.

Fiquei aproximadamente dois meses sem ir a Astra Orion, até que um dia fui convidado novamente por Edzio-mer e Soh-mer a visitar um local para onde havia se mudado aquele povo. Era um planeta bem maior que o outro, talvez do tamanho do nosso, chamado Astra Magiori.

O mar era igual aos nossos oceanos todavia, sem as variações das marés; não havia o vai e vem das ondas, parecendo-se mais com imensos lagos. A luz era azulada sem ser fria. As construções eram baixas de um só pavimento. A temperatura parecia como que padronizada; ela era quase fixa e se mantinha estável mesmo quando se afastava da fonte de luz.

Os seres volitavam muito felizes em sua nova Morada.

Continuando com minhas observações, notei uma coisa curiosa naquele planeta: um lado dele estava sempre voltado para o sol e o outro permanentemente para a escuridão infinita. No lado claro é que vivia, na quarta dimensão, a humanidade do extinto Astra Orion.

Entre esses dois lados do planeta existia uma faixa ou zona de clima temperado, uma espécie de cinturão de vida, mais ou menos parecido com o tipo de vida da Terra. Este lugar era chamado Astra-Aarã e aí habitava uma civilização há pouco vinda do primitivismo total, num grau de evolução mais atrasado que o nosso em tecnologia e ciência.

Estavam encarnados como nós, na terceira dimensão e não tinham conhecimento da existência do povo originário de Astra Orion, que habitava em comum o mesmo planeta. Existia uma espécie de barreira oculta, intransponível fisicamente entre as duas humanidades, assim como entre nós e os intraterrestres, que são mais adiantados em ciência, tecnologia e, sobretudo, espiritualização.

Vamos inserir duas mensagens recebidas de dois habitantes de Astra Orion.

Palavras do médium: depois do mantra, tomei consciência da presença de dois extraterrestres, que sempre estão presentes às nossas reuniões, e isso já faz muito tempo, sem contudo até aquele momento, se manifestarem.

Pareciam ser um casal, o que se confirmou em outra ocasião. Assistiam juntos no fundo da sala o nosso trabalho e nunca diziam nada.

Não sei porque resolvi naquele dia conversar com eles, telepaticamente. Bastou que me ocorresse o pensamento e os dois se aproximaram, sendo que apenas um forneceu as informações que se seguem.

Fiz várias perguntas mentais e eles responderam objetiva e claramente. Finalmente passei a escrever para não me esquecer.

Pergunta - De onde são?

Resposta - De Astra Magiori.

Lembrei-me na hora que já havia estado naquele grande planeta, para onde havia sido levada a humanidade de Astra Orion, quando da sua extinção.

Pergunta - O que fazem aqui na Terra?

Resposta - Obedecemos ordens da Grande Fraternidade Branca Universal.

Pergunta - Como chegaram?

Resposta - Através de naves espaciais da quarta dimensão. Não somos espíritos desencarnados mas já vivemos na quarta dimensão.

Pergunta - Por que vocês, de um planeta tão distante, se interessam pela Terra?

Resposta - Os nossos planetas estão ligados por determinação superior.

Pergunta - Há uma causa cármica?

Resposta - Não, só por missão determinada.

Pergunta - Por que vocês estão sempre aqui, neste Centro?

Resposta - Porque precisamos trocar energias e porque vocês nos atraem com pensamentos e vibrações de amor que representam para nós um refúgio confortável.

Pergunta - O que fazem na Terra?

Resposta - Por enquanto, só observamos (deram a entender que muito breve vão desempenhar atividades).

Pergunta - Há quanto tempo estão entre nós?

Resposta - Trezentos anos.

O médium percebeu que os extras iriam continuar sempre presentes no planeta e até freqüentando o nosso Grupo, o que realmente tem acontecido.

Mais uma mensagem foi recebida pelo mesmo médium meses depois:

Eu sou Ma-Yr.

Filha de Astra Orion, habitante de Astra Magiori, o novo planeta que nos recebeu.

O nosso planeta originário, que nos abrigou por milênios, gravitava em torno de um sol agonizante e dele não mais recebia a força vital planetária que sustenta as humanidades. Assim, esgotado chegou ao limite, incapaz de suportar a força de gravidade e pressão cósmica.

Ao abandonarmos nosso planeta, ele foi esmagado e desapareceu no espaço. A energia que restava partiu em direção do Logos Solar para junto do Criador. Ele recolhe essas energias e as concentra para novamente, num ponto do espaço vazio, provocar a explosão que criará novo sistema.

Assim deve ser compreendido o nascer: uma explosão vinda do plano ou espaço real, verdadeiro, não físico, para o plano ou espaço físico, ilusório. Os hindus designam como "maya", o mundo das ilusões.

Os orbes criados para receberem civilizações numa verdadeira troca de energias entre si. Assim, os seres de um planeta não podem viver sem as energias do seu orbe, nem ele sem a monumental fonte de energias de sua humanidade.

Por isso mesmo é que os desencarnados também continuam apegados ao redor do seu mundo atual.

Quando se fala em evolução de humanidade, deve-se falar obrigatoriamente em evolução planetária, visto que o corpo físico que os espíritos usam são massas originárias dessa esfera, e as energias vitais são também energias transformadas na dinâmica da vida e da morte.

Sabemos ser difícil a compreensão do assunto, mas por hora, é o melhor que podemos explicar.

Que Deus nos abençoe com a Sua Paz.

Ma-Yr, em 27/09/93

Sobre Astra Magiori

Perguntei a Ma-Yr como o povo dela podia habitar o astral de um planeta que no seu lado físico acolhia uma humanidade em princípio de vida.

Ela respondeu-me que os seres estavam em estágio de inconsciência, por isto o astral não estava poluído. A partir do momento em que a humanidade despertasse para a consciência e esta consciência trouxesse tudo que conhecemos em termos de coisas boas e ruins também, o astral impregnado não mais teria capacidade para abrigar uma raça evoluída e eles mudariam novamente de planeta. Mas isto levaria milhares e milhares de anos terrestres.

Perguntei a ela como eles vivem aqui em nosso astral, da maneira como conhecemos. Ela respondeu que estão trabalhando em missão, o que é muito diferente de viver toda a humanidade fora do seu habitat correspondente. Disse ainda que - lógico - não ignora o que existe em nosso astral.

Apenas existem áreas demarcadas onde as espécies vivem em grupos conforme suas vibrações, e que eles evitam estar nessas áreas, porque não é do trabalho deles tocar neste ponto. Mas que quando é preciso, eles fazem a limpeza do local se eles precisarem ali se estabelecer. E embora o astral para nós pareça algo sem dimensão, para eles é um espaço muito palpável e bem definido.

Perguntei a ela se eles se chocam com o que vêem. Ela disse que eles não ignoram, porque estudam, mas não deixam de se sentir emocionados diante de tanta dor e loucura.

Perguntei também o que mais a espanta neste tempo de convivência conosco. Ela respondeu-me: o desespero dos suicidas e o egoísmo de alguns seres humanos, que é uma coisa que apesar de termos conhecimento como uma das imperfeições mais tristes - e tão abundante neste planeta -, é o pai de quase toda dor que existe sobre a Terra.

Setembro, 1993




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