Conclusões
Uma comparação entre a literatura sobre a Atlântida e as mensagens dos médiuns, nos mostra a concordância entre os seguintes pontos:
a) A maioria dos habitantes, um pouco antes da hecatombe, era de natureza beligerante;
b) Os Atlantes construíram pirâmides, bem como todos os povos seus descendentes, os quais se espalharam pelo Egito, Ásia Menor, México e Peru;
c) As casas eram construídas todas sobre as montanhas, que circundavam a cidade, similar à descrição de Platão;
d) A sua localização se deu entre América, Europa e África;
e) A destruição se fez através de fogo e água.
mensagens recebidas no GER
Pergunta - Irmão Ersam. Geograficamente, onde existiu a Atlântida?
Resposta - A Atlântida tem sua marca num ponto feito como uma cicatriz na face da Terra, há muito levada pelo tempo e pelas águas. A sua posição está assinalada no duplo do Planeta. Geograficamente, esta cicatriz se localiza perto ou próximo do local onde afirmaram que ela existiu.
São reminiscências de Seres de lá, que sentem as vibrações de sua Terra em forma de intuições, que se transformaram em informações e intuições. Portanto, entre Américas, Europa e África.
Pergunta - Os Atlantes se desenvolveram também a ponto de causarem a sua própria destruição?
Resposta - Uns desapareceram na tragédia como ponto final do ciclo daquela reencarnação. Outros foram arrebatados. A maioria ficou muito tempo presa em locais diversos no "plano astral" e voltaram alternadamente à Terra.
Pergunta - Quanto tempo durou a civilização Atlântida?
Resposta - Por um prazo normal que duram as civilizações, prazo esse determinado pelo Alto. São períodos de resplandecência e declínio naturais da vida das nações, assim como é na vida humana. É um processo natural que pode ser comprovado pela sua própria história.
Pergunta - Já lemos em mais de uma obra que os Atlantes, por maldade, faziam transplante substituindo cabeça humana por cabeça animal. Isso é verdade?
Resposta - Isso seria uma afronta aos princípios da matéria e às Leis de Deus. A resposta é não.
Diálogo mental entre o médium e Ersam
A Atlântida
Passaram-se milênios desde o desaparecimento da Atlântida. Ela sucumbiu debaixo de convulsões violentíssimas.
A Terra abriu seu corpo e sepultou com desespero partes do que havia.
O mar transfigurado levava o que lhe defrontava, numa força indescritível.
Havia fogo também. E mesmo o vento que guiava esses elementos arrancava com violência tudo que estava em seu caminho.
Pouquíssima probabilidade há que se encontre alguma coisa que tenha sobrado a tão difícil transe. E mesmo que sobrasse, o tempo se encarregou de arrastar de lá para cá e de cá para lá, de triturar, de fazer tudo voltar de onde saiu.
O que existe hoje é um lamento profundo que marca todo local do holocausto.
Ersam
(Mensagem psicofônica, em 1983)