Vidência: Após o mantra, vi, novamente, Yvone Pereira. Olhando para ela, comecei a recordar momentos que vivi no plano astral como suicida. Vi-me num local muito escuro e úmido, talvez meu túmulo... Meus pulsos estavam cortados e de dentro deles saiam bichos em quantidade, causando asco e desespero.
Eu saia andando, pedindo ajuda, mas não encontrava ninguém. Lembranças da família, especialmente daquela que fora minha mãe, na existência imediatamente anterior à morte prematura, enchiam de arrependimento minha alma. Não sei quanto tempo se passou, sei que em certo momento, chorando e rezando, suplicando perdão a Deus pelo ato de rebeldia, vi uma senhora de braços abertos me esperando e corri para seus braços. Era Yvone Pereira que me resgatava.
Nesse ponto da vidência fiquei muito emocionada. Chorei ao lembrar da graça do salvamento e que sempre chega, e também por lembrar daquela experiência.
Depois da emoção, me vi numa cadeira de rodas, tentando iniciar um trabalho de jardinagem nos canteiros do hospital onde me recuperava. Mais emoção, por recordar do lugar e das pessoas, que junto comigo tentavam, lentamente, retomar a vida interrompida fora do tempo.
GESJ - 19/01/2010 - Vitória, ES - Brasil