2656

Diálogo entre duas crianças

13/10/2012

      A+ A-


Vidência - Vi um cenário formado por uma cadeia de montanhas. De repente saiu de dentro da terra uma pequena nave espacial voando, mas ao contrário do cenário, a nave parecia saída direto de um desenho animado, não era real. Ela era tripulada por dois seres, um parecia um homem adulto e o outro parecia um menino, também eles eram personagens e não pessoas. Eram pai e filho, de acordo com a conversa que passei a ouvir e que passo a narrar:

- Você agora vai conhecer como vivem os seres da superfície.

- Estou tão curioso pai, quero aprender tudo sobre eles.

A nave pousa em uma região onde há um lago. Havia pessoas tomando sol, crianças brincando, nadando, etc... Essas pessoas não eram personagens de desenho, eram comuns, como seres humanos normais. O pai sugeriu que o filho explorasse o lugar enquanto ele recolhia amostras da água do lago para estudo.

O menino saiu caminhando, trazia na mão esquerda um aparelho parecido com uma lupa. De repente ele encontra um menino normal, que brincava no local e os dois passam a conversar:

- Oi (disse o garoto humano)

- Olá, quem é você?

- Meu nome é Frederico e o seu?

- Meu nome é Zim.

F - Ah ah ah que nome engraçado. De onde você é?

Z - Bom, eu sou de uma cidade que existe embaixo da terra.

F - Embaixo da terra? Como assim? Lá embaixo não existem cidades... meus amigos precisam saber disso...

Z - Existem sim, acontece que seus amigos não podem me ver, porque eu existo em outra dimensão igual a minha cidade e por isso vocês não podem nos ver.

F - Mas eu estou vendo você.

Z - É verdade... preciso perguntar ao meu pai porque você consegue me ver e os outros não...

F - O que é uma dimensão?

Z - É assim: a Terra é como se fosse uma grande cebola. Você sabe o que é uma cebola, não sabe?

F - Sei sim. Minha mãe usa para cozinhar.

Z - Pois é, a Terra é como se fosse uma cebola, porque ela tem muitas camadas, eu moro em uma camada, que nós chamamos de dimensão e você mora em outra camada, por isso a maioria não pode nos ver.

F - Entendi. E o que é isso na sua mão?

Z - Ah! É um decodificador de espécies, estou usando para conhecer melhor os seres da superfície. Você quer ver como funciona?

Zim coloca o aparelho parecido com lupa na mão de Frederico e aponta para um animalzinho que caminhava na grama.

Z - Tá vendo aquele bicho ali? Você aponta pra ele e aperta aqui... Viu só? Aparecem na tela, todas as informações sobre esse animal em comparação com outros existentes no Planeta.

F - Nossa que divertido! Sua cidade deve ser bem legal!

Z - Você não quer vir conosco conhecer nossa cidade?

F - Onde é?

Z - O nome é Stelta e como já disse fica no interior da Terra.

F - Ah! Então não posso ir lá.

Z - Pode sim, durante o sono, seu espírito sai do corpo e ele pode entrar na nossa dimensão para visitar nossa cidade, só precisamos pedir autorização ao papai, vamos.

Os dois saem a procura do pai de Zim.

Após essa vidência captei de Rampa as frases:

Roteiro seguro.

Muita interferência.

Distorção das mensagens.

O trabalho foi apresentado com a finalidade de evangelização, amente do médium interpretou de outro modo e desenvolveu de forma diferente do programado.

Não interferimos devido ao livre arbítrio, procuramos corrigir o rumo, mas há muita interferência.

É possível corrigir a rota utilizando um roteiro seguro, mas precisamos submeter os médiuns a tratamento de preparação.

Rampa

GESH - 27/04/2012 - Vitória, ES - Brasil




RETORNAR ÀS MENSAGENS E DIVULGAÇÕES
ENTRE EM CONTATO CONOSCO AGORA MESMO!
Todos os direitos reservados ao Grupo Espírita Servos de Jesus | 2025
FBrandão Agência Web