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Eu não moro mais nesse Mundo - Parte I

02/05/2013

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Espírito - Agora eu acredito, agora eu acredito, é um bichão, um bichão enorme. (Ele viu uma cobra muito grande no plano astral).

Margarida - Seja bem vindo em nome de Deus.

Espírito - Agora eu acredito, eu sei vai ter luta eles estão falando, vai ter luta. É um ser das trevas, eu não acreditava não, o Pastor falou que era tudo mentira, é tudo mentira que eles contam para enganar nós. Não tem nada disso, mas agora eu acredito, é um bicho enorme parece que vai comer a gente.

Margarida - E o irmão quando estava encarnado o que fazia aqui nesta Casa?

Espírito - Eu tomo conta, para contar lá na igreja o que vocês fazem aqui, quando entra, quando sai. Eu estava tomando conta.

Margarida - Em corpo físico, ou já estava desencarnado?

Espírito - Não, eu não moro mais nesse Mundo. Eu sou olheiro, eu venho, olho e conto lá. Lá eles chegam no Pastor e contam tudo o que vejo para o Pastor e aí ele sabe o que fazer.

M - E agora meu irmão, que decisão vai tomar? Você era olheiro do Pastor, ficava vigiando o Abrigo para contar o que se passava aqui. Hoje que você viu essa "cobra enorme" e se encheu de medo, o que você vai fazer?

Espírito - O moço que trabalha já tinha me explicado o que se passa aqui.

M - E o que ele lhe disse?

E - Olha, foi uma só vez. Eles me chamaram para entrar. Aquele dia, eu olhei para um lado, olhei para o outro, não tinha ninguém olhando. Falei pra mim: que mal tem! Eu entro e converso. Quem sabe até, convenço eles a mudar essa vida de servidor do diabo? E aí, eu entrei.

M - Você acha que nós somos servidores do diabo?

E - Eu entrei, mas era tudo diferente do que eu pensava, porque não tinha sujeira, tudo limpo; os homens estavam vestidos de branco. Eles tinham uma certa luz, assim quando acende uma vela e ela clareia em volta. Eles tinham uma claridade diferente mas que não fazia medo, não; fazia a gente se sentir bem. Eu até gostei, depois eu fiquei pensando que podia ser uma artimanha, que me enfeitiçaram, né? Eu entrei e eles sentaram comigo a uma mesa, e dois conversaram.

Um disse que se chamava André, o outro não lembro do nome; e eles disseram que isso aqui era uma Casa de Caridade e que não tinha propósito de provocar o mal pra ninguém não, que, pelo contrário, ia receber no futuro muita gente, por isso essa Casa não podia fechar, tem que ficar de pé para receber muita gente.

Aí eu pensei: será que vai virar uma Igreja Evangélica e muita gente vai vir pra cá? Mas se fosse isso, por que eles me colocaram de olheiro aqui? O Pastor de lá já não saberia disso? Então, achei que não era aquilo. Depois eu pensei, será que é uma "arca"

M - Um diz uma coisa e você viu outra. Você achou que era a Arca de Noé?

E - Pois é, depois eu achei que poderia ser uma Arca, mas "eles" não falaram de bichos, falaram de gente, que ia encher de gente. Eu ouvi aquilo tudo e me ofereceram de beber, mas eu não aceitei, porque podia estar preparado. Eu ouvi tudo, falei pouco, mas eles até já sabiam meu nome, eu não entendi muito bem, por isso que eu achei que aqui, ia virar uma igreja, da banda lá da minha igreja. Não entendi muito bem, e quando terminou eu falei assim: então agora vou embora e espero que vocês não precisem falar com ninguém, que eu estive aqui, saí e voltei lá para o meu posto, para ficar olhando.

M - E o que tem você com essa cobra, que chegou com tanto medo?

E - Acontece que eles me falaram que tem muita gente querendo fechar aqui, inclusive muita gente por parte dos Pastores que faz trabalho; mas não é trabalho de macumba não, é um outro trabalho com o pensamento, que eles falam.

M - É feitiço mental.

E - Eu não acreditei naquilo não. Aí foi a hora que eu levantei, e falei que queria ir embora, e eles iam me dar aquele negocio para beber. Eu não quis aquela bebida.

M - Era água fluidificada, era calmante. Você estava com muito medo e nervoso, então eles lhe ofereceram para ficar calmo.

E - Mas eles começaram a me colocar contra o meu povo, dizendo que eles fazem aqueles maus pensamentos e jogam para cá. Eu não acreditei.

M - E agora?

E - Agora minha senhora não tem como não acreditar, depois que vi aquela cobra grande; aquele bicho é um ser mau, maligno.

M - Deve ser guiado por "essas igrejas", e não é forma pensamento, pois tem cara de gente. É um ser humano perverso que já chegou a esse ponto de deformação.

E - Olha, se foram eles que mandaram, eu não sei, mas sei que existe. E agora tô em uma situação que eu não posso mais voltar pra lá.

(Continua na Mensagem Semanal 2846)

Espírito Jonas x Margarida

GESH - 30/06/2012 - Psicofonia - Vigília Abrigo Servos de Jesus - Vila Velha, ES - Brasil

Nota - Jonas era um dos espiões do Abrigo Servos de Jesus a pedido de pessoas ainda encarnadas e sem escrúpulos.




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