Irmã Margarida, o grito de socorro dos espíritos dos homens chegou a sua mente sensitiva, que percebeu a angústia e o sofrimento que eles vivem.
No momento, eles estão nas mãos dos "seus iguais", que como eles, guiados por orgulho e sentimento de superioridade, amarga a dura colheita. No momento, não podemos intervir e nem retira-los da Cidade do Astral Inferior, onde se encontram.
Um deles embora seu Guia o acompanhe, no momento somente lamenta. Nós não percebemos mudanças no padrão mental, e nem transformação no comportamento, pois trata de forma humilhante àqueles que estão em piores condições que ele.
Este irmão acreditava que a Codificação Espírita o credenciaria a "Mundos melhores", somente por participar dos trabalhos na Seara Espírita; no entanto, não entendeu que antes de ser espírito iluminado, a criatura deve reconhecer-se como almas devedoras. Quando encarnados, devem lutar por desfazerem-se dos elos que os prendem a provas e expiações, através do amor ao próximo, do perdão e da fraternidade.
Para isso, não necessita a alma devedora ser espírita, apenas cristã na sua expressão mais pura.
O outro irmão, pai da companheira de trabalho, encontra-se ainda preso aos despojos carnais, mergulhado no sono induzido por sua mente, para distanciar-se do que lhe exige a consciência.
Somente o tempo para sanar as dores.
Paz e Luz.
Josué
Instrutor da Cidade Espiritual Servos de Jesus
GESH - 05/04/2013 - Vitória, ES - Brasil
Nota - O primeiro espírito quando encarnado, embora fosse espírita e fizesse parte da administração da Federação Espírita do ES, era muito orgulhoso.
O segundo, onde trabalhou na vida física, era muito prepotente e insensível aos problemas dos colegas.
Como o destino de todos nós, encarnados ou desencarnados é caminharmos em direção à LUZ, desejo de coração que eles acertem o caminho o mais depressa possível.
Margarida