Estávamos em vigília em Jacaraípe quando surgiu na minha tela mental um ser encapuzado num salão. De pé, em frente a uma tela aparecia a cara de um dragão que ocupava todo o espaço. Não conseguia ver o rosto sob o capuz. Quando o chefão acabou de falar e o encapuzado virou, notei que ele não tinha rosto definido, era uma forte energia negativa, que emanava da lacuna daquele ser sem rosto.
O dragão chefe falou:
"Muitas baixas tenho tido por causa desse insignificante Grupo. Não tenho tempo a perder com tão pequenos seres. É hora de aniquilar, de destruí-lo de vez.
Aborreço-me com tantas perdas (refere-se aos espíritos rebeldes que foram presos e aos escravizados que foram recolhidos).
Vocês são uns incompetentes! Será que eu mesmo vou ter que aniquilá-lo e resolver o problema? Cerquem-no por todos os lados e o destruam. Não quero mais ser incomodado por estas mulheres. Conheço-as o suficiente para saber que são pequenas pedras que devem ser arrancadas do meu sapato, se eu os tivesse.
Confiro-te maior força e não sejas incompetente como os outros."
Palavras do Dragão, em 25/01/2003
GESH, Jacaraípe (ES), Brasil