Meus amigos,
Muito se tem falado e discutido a respeito de sexo.
Nos tempos atuais, o homem moderno cultua o sexo como gênero de primeira necessidade.
Os animais, no instinto sábio, procuram a companheira de espécie na época certa para a procriação, dando continuidade à espécie.
O homem, ser superior aos irracionais, por ter adquirido a razão com esforço próprio, ao longo de milênios, usa dessa razão e livre arbítrio para enveredar por caminhos sem volta.
O convite à pornografia e aos desatinos sexuais estão à nossa volta, nos noticiários dos jornais, nos programas de televisão, nos rádios e revistas. Hoje se oferece e se compra sexo até nos classificados de jornais.
O apelo ao sexo existe até mesmo num simples comercial de sabonete ou gênero alimentício, ou na venda de imóveis, onde são mostradas criaturas jovens e bonitas sumariamente vestidas, num atentado ao pudor.
Hoje, as vestimentas estão cada vez mais, menos tecidos, e nas praias assiste-se a um espetáculo de nudismo.
Entre os índios, seres simples e inocentes, a nudez é natural. Eles encaram os órgãos sexuais com os mesmos olhos que veem qualquer outra parte do corpo. São puros de corpo e alma.
Já o civilizado não. Ele vê o nu como um convite ao prazer, usando e abusando do sexo, provocando desequilíbrios sem fim, liberando energias negativas, que um dia terá de absorvê-las, para promover o equilíbrio do ambiente que ele mesmo poluiu!...
E quando acontece essa absorção, os fluidos negativos passam para o corpo astral e depois para o físico, que agem como verdadeiros mata-borrões, sendo expelidos através de moléstias incuráveis e sofrimentos sem fim, existindo uma gama imensa de moléstias oriundas dos desregramentos sexuais.
Vamos fugir deste ciclo vicioso, promovendo nosso esclarecimento à respeito do assunto e tornando-nos mais responsáveis conosco e com o próximo, respeitando-o como irmão em Jesus.
A atividade sexual é de origem divina, e como coisa sagrada deve ser encarada. Usada para troca de energia, alegria sadia das criaturas e perpetuação da espécie.
Meus irmãos, muito mais eu teria a dizer, mas o tempo é pouco.
Sigam em paz, tendo sempre em mente que tudo que semearmos hoje, colheremos no futuro.
Que Jesus nos abençoe.
Josué
GER/GESH - 17/02/1987 - Vitória, ES - Brasil