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Recordando o passado

23/11/2003

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Concentramo-nos e logo vi um guerreiro chinês, na praia, a nossa frente.

Ele começou a fazer uma apresentação de luta marcial, utilizando um bastão. Aproximou-se, cada vez mais de nós. A cada golpe significativo, apontava o bastão para uma de nós, repetindo o gesto com todas que ali se encontravam.

Fiquei surpresa, sem saber o motivo daquela encenação. Coisa boa não era, porque sua cara revelava ódio. Então, perguntei ao extraterrestre amigo, que estava conosco naquela tarde, o significado de tudo aquilo.

R - Desafia-las para um combate.

P - Mal saímos de dois grandes combates, faz uma semana e já iremos para outro?

R - Esperaremos.

P - Quem são os inimigos da luz?

R - São guerreiros das trevas destinados a interromper-lhes a caminhada espiritual.

P - Por que?

R - Porque assim deve ser.

P - Ysh-Wam, não estou entendendo nada!

R - Entenderá depois que lhe mostrar a história que originou o desafio atual. Numa retrospectiva ao longínquo passado, ei-la:

Há muito tempo, milênios passados vocês estiveram encarnadas na China como homens, integrando o exército chinês. Naquela época, cidades chinesas situadas numa determinada fronteira, bem distante de Pequim, não receberam o mesmo tratamento que as demais, próximas da capital. Cansadas de pedirem ajuda e não serem atendidas partiram para luta, invadindo outras cidades.

O governo central enviou tropas para a fronteira, local do conflito para acabar com a invasão dos rebelados.

Vocês, o chinês e seus companheiros, milhares de outros soldados foram enviados para a guerra; todavia, com o decorrer dos dias a batalha tornou-se cruel, pois uma boa parte do exército era desumana a ponto de matar as crianças para exterminar o mal pela raiz. A comandante de hoje, soldado de ontem, após dura e cruel batalha rebelou-se, diante das atrocidades, dizendo que não estava ali para matar crianças. Planejou no dia seguinte voltar a Pequim e contar o que se passava, mas foi avisado por um companheiro, de que seria assassinado no caminho. Diante disso naquela mesma noite resolveu aliar-se aos invasores inimigos, no que foi aceito e seguido por muitos companheiros que também não concordavam com a crueldade. Faltava apenas um líder. Ensinou-lhes as táticas e segredos de guerra importantes que lhes permitiram combater em pé de igualdade, obtendo a vitória.

Seus irmãos de raça jamais lhes perdoaram a traição.

Definiram-se ali o caráter das guerreiras que pactuaram com o Bem comprometendo-se em defender os seus princípios.

Onde quer que fosse o combate estariam sempre do lado do Bem.

Desde então, vocês combatem e são combatidas. Muitos dos seus inimigos, conseguidos por ato de bravura, já se encontram desligados de vocês, mas, pequeno grupo ainda insiste desafiando-as, pela escolha que fizeram, de defender o Bem. Todavia, juram converterem-se a crença que vocês abraçaram, caso sejam vencidos na próxima luta. Exigem, no entanto, que o combate seja travado nos moldes das lutas marciais antigas da tradição chinesa, época em que todos estavam reencarnados. A Providência Divina concorda por considerar oportuna a chance de fazer aflorar do inconsciente de cada uma, os golpes da técnica exaustivamente treinados no passado, capacitando-as ainda para combates futuros, nos quais essa modalidade de luta será bastante utilizada.

P - Onde e quando dar-se-á a batalha?

R - Sereis informadas. Por enquanto há necessidade de recompor as forças, reequilibrando seu corpo físico.

Ysh-Wam

Vigília Barra do Jucu - GESH - 18/10/03 - Vitória, ES - Brasil




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