Vidência:
Batalha contra a Filha da Besta.
O Conde Rochester nos acompanha.
Ao final da batalha, os Portais se iluminam e ligam-se, formando em torno do Brasil um escudo de luz, saneando o lugar onde ocorreu a batalha.
A Fera feminina não tem uma forma definida. É um espectro negro que se expande e muda de forma o tempo todo. A luta é ferrenha. Ela se sente acuada por nós e em determinado momento da luta lança-se terra a dentro. Olhamos umas para as outras e obedecendo ao comando da líder mergulhamos atrás da Fera.
Ela se dirige ao seu reduto, onde milhares de seres negativos, um verdadeiro exército, nos aguarda.
Chegamos também acompanhadas de centenas de guerreiros da Luz. O Conde Rochester nos observa de perto. Ele também luta conosco, não usando do seu potencial, mas conduzindo a luta de modo a nos manter no contrôle da situação.
Em dado momento a Fera, toma a forma de um gigantesco dragão vermelho de muitas cabeças e é assim que nós a abateremos.
O Conde nos leva à melhor posição para derrubá-la.
Muitas pequenas naves circulam, emitindo tênue luz que nos permite enxergar o campo de batalha pois é muito escuro. Não são percebidas pelos trevosos pois estão noutra dimensão. O campo de batalha é muito extenso e tenebroso.
Quando chegou o momento de abatermos a fera, fomos conduzidas estrategicamente pelo Conde Rochester ao ponto vulnerável do seu corpo; então, do alto, partiu do Comandante Ashtar Sheram um raio de luz dourado que incide na espada de Margarida. A espada tornou-se dourada, brilhante incandescente no exato momento em que atinge o coração do ser monstruoso, a filha do dragão acorrentado nas profundezas do abismo.
A energia do Com. Ashtar Sheram potencializou muita força na espada, tornando possível que aquele golpe desferido fosse o fatal. A essa altura, todas nós estávamos exauridas no final da luta.
Ainda vejo a fera sendo levada pelos socorristas, amarrada em uma espécie de maca, ainda a debater-se debilmente.
Uma nave-prisão a recolheu.
GESH - 04/03/2005 - Vitória, ES - Brasil