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Pétalas de Luz! - 07

01/11/1999

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Fim dos Tempos

Perguntai a vós próprios a razão pela qual a humanidade vem insistentemente como que se auto-anestesiando ao defrontar-se com a situação de calamidade que a cada dia se acentua neste Orbe?

Perguntai-vos também porque é que cada criatura procura ao seu modo defender-se de algo que muitas vezes ignora? São instintos de defesa que se manifestam diferentemente em cada criatura, variando de acordo com o que as suas mentes possam captar, acerca do que está ocorrendo.

Se uns por um lado, buscam na indiferença a fuga desse processo que se acentua a cada hora, outros há que, apoiando-se nos conhecimentos adquiridos através das vidas sucessivas, dirigem-se por meio de sua própria intuição que reavivam em sua memória, despertando para realizações mais altas que com esforço as conquistarão.

Por isso, na esfera de vossos relacionamentos são passíveis de se defrontarem exemplos antagônicos de forças direcionadas para extremos diferentes, muito embora intimamente haja uma procura.

Uns, andam às loucas em busca de prazeres que lhes anestesiam os sentidos porque assim, inconscientemente, não vêem aquilo que os que têm "olhos" já enxergaram de há muito.

Por outro lado, sentimo-nos radiantes por sabermos que muitos buscam na religiosidade o apoio que se fará necessário para sua orientação quando a crise apertar.

Há um cinturão em círculo apertando a psicosfera da Terra contra sua própria estrutura material, imprensando a cada minuto para um espaço menor, todo um inferno de sobrecargas negativas criadas por sua própria humanidade e que nesta hora, funciona como retorno, dificultando até mesmo o processo de defesa a que alguns já se dispuseram a empreender.

Concluindo, repetimos que é chegada a hora para se pôr termo a qualquer manifestação ignóbil mesmo de parecer incontrolável, por ventura ainda existente no íntimo de cada um.

Que Deus perdoe esta humanidade pelos seus grandes erros e seja complacente em Seu julgamento para que o sofrimento não se torne insuportável aos irmãos do planeta.

E que Sua bondade nos permita ainda continuar a estender as mãos aos próprios homens da Terra, a fim de que possamos libertar mais almas para a glória do Pai.

Jesus nos ilumine.

Sri Rama
(Mensagem psicografada, em 1984)

As Agruras de uma Civilização

Abre-se o pano. Inicia-se o espetáculo.

Uma multidão assustada corre desordenadamente em busca de refúgio ou uma saída que lhe permita aportar lugar seguro. Mães aflitas pegam pelos braços crianças indiferentes àquele clima de pavor, procurando protegê-las da massa humana que ameaça atropelar os menos ágeis.

Não há possibilidade para se raciocinar com clareza e nem há voz de comando que imponha controle a tamanha desorganização. Todos correm desordenadamente assemelhando-se a um bando de loucos deixando para trás pertences materiais que foram os principais motivos de suas vidas e que agora ignoram. Ninguém sabe para onde vai. Estão todos perdidos. As imagens são angustiantes. Gritos de terror, bombas explodindo, terra tremendo, mar agitado. Uma onda gigantesca traga uma parte daquela multidão. Outras se aproximam a aniquilam outro tanto levando de roldão toda uma fortaleza que parecia sólida e indestrutível aos olhos mortais.

E continua a tragédia. Pormenores inenarráveis fazem com que os espectadores fechem os olhos, como que tentando evitar sofrer também a dor dos atores ali presentes. De repente, tudo destruído. Corpos deformados, cinzas, lama, silêncio mortal. Cai o pano. Encerra-se e espetáculo. Mãos poderosas instruídas por Deus preparam o início da reconstrução. O olhar desolado dos que sobrevivem se enche de tristeza, mas não se indignarão porque estará iniciada a etapa de florescimento da verdadeira implantação do Reino de Deus entre os homens na Terra. E uma alvorada de luz principia nas cinzas de uma civilização que se destruiu por acreditar que poderia viver infinitamente nas trevas em que se engalfinharam.

Um dia abrir-se-á novamente o pano, mas para um lindo espetáculo. Convidamo-vos para serem os atores.

Com Jesus estamos.

Celeste
(Mensagem psicografada, em 1983)

À Beira do Precipício

Revolta - Guerra - Catástrofes - Violência - Terrorismo - Escândalos - Fome - Tráfico.

O dicionário do século XX, em seus derradeiros anos de agonia que se arrastam aflitivamente, têm-nos a apresentar o espetáculo sombrio da desolação.

Caminha o mundo e com ele sua humanidade envolvida em lutas individuais e coletivas, se arrastando como uma multidão de cegos em direção ao precipício.

O que nos sensibiliza consideravelmente é que esses mesmos cegos têm consciência do abismo que procuram mas não encontram resistência a essa força que os impulsiona a esta direção.

Advertências, chegam-lhes de inúmeras maneiras, mas não atendem ao chamado de seus mentores espirituais.

E nosso trabalho se perde ante à negligência de almas sonhadoras, escravizadas aos prazeres que satisfazem o corpo mas aniquilam a alma.

Se o homem pudesse perceber, se a ele fosse dado vislumbrar o perfil das realizações efetuadas em seu benefício por Amor de sus Irmãos em planos superiores da criação, ficaria fascinado ante o deslumbrar de tanta ordem e harmonia, e talvez melhor valorizasse seus contatos, sejam através de sonhos, leituras ou mensagens.

Resta-nos aguardar. A ordem está por vir. O céu lhes responderá. Quando tudo acontecer, mais nada a lhes transmitir, o inferno aqui estará. Para quem valorizar e seus passos dirigir, por certo sobreviverá.

Missão cumprida.

Governante do Além
(Mensagem psicografada, em 1983)




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