Trabalhadores da Luz, guerreiros de Jesus!
Aqui nos reunimos para dar, mais uma vez, testemunho da fé e da coragem que nos movem as fibras íntimas da alma sedenta do progresso.
Muitos de vós, aqui se reúnem pela primeira vez, outros ainda não empunharam espadas, mas com o coração puro se ofereceram à batalha. Guerreiros experientes e aprendizes habilidosos também se encontram presentes, cada qual trazendo nas mãos, na mente e no coração as armas de que dispõem, colocando-as a serviço do Mestre Adorado.
Como Seus Servos, de joelhos rogamos que interceda junto ao Criador por nós, abençoando-nos no combate que iremos iniciar.
Que Sua Força Maior derrame a luz e a misericórdia sobre todos nós, colocando-nos em condições de confrontarmos as Forças do Mal, em Seu Nome.
Houve uma pausa e fez-se profundo silencio, seguido por uma explosão de luz. Fogos de artifício coloridos explodiram no ar caindo fagulhas sobre todo o grupo de espíritos reunidos no astral. Era um grupo imenso composto por trabalhadores conhecidos de nossa Casa, dos umbandistas reunidos por Cely, Fundadora e presidente até sua passagem para o plano espiritual, de um Centro Espírita Francisco de Assis, e de pessoas que estão aderindo ao Grupo devido a leitura de nossas mensagens na internet. Dentre esses, pude ver brasileiros e muitos estrangeiros também. Havia muita gente reunida. O grupo de guerreiros cresceu muito, uma coisa impressionante ao olharmos.
As fagulhas dos fogos eram absorvidas por nossa pele, ao caírem sobre nós. No céu, voava uma águia soltando altos silvos. Seu som produzia um escudo de proteção em torno do grupo de guerreiros. Eram silvos sonoros, de vibração tão alta que nosso ouvido não podia escutar, mas que feria e mantinha a distancia dos seres inferiores.
Acima da águia, pequenas Naves prisões pairavam enfileiradas. Não vi os inimigos. O lugar estava calmo e silencioso, mas escondia o desenrolar de uma batalha violenta.
João Batista continuou:
- Vedes, irmãos, quão grandiosa é a Misericórdia Divina! O Senhor nos abençoa e Seus mensageiros nos amparam e protegem. Sigamos adiante cumprindo nossa tarefa de lutar em nome do Cristo e abater em nome do Amor caridade, as "Feras seguidoras da Besta". Destruiremos pela espada os fios fluídicos que os ligam à força do Dragão, ofertando-lhes a oportunidade de recomeçar, sem o domínio do "ser perverso" (a Besta)
Se dentre vós, alguns se sentem fracos, mesmo após a forte vibração da Presença Divina a nos preparar, afaste-se da linha divisória do campo de batalha e atue na retaguarda, colaborando com os trabalhadores enfermeiros, que conosco vieram para ministrar os primeiros socorros, aos feridos.
Os demais, com um passo a frente reafirmem a convicção e disposição em acompanhar-nos ao campo de lutas.
Os Golias nos esperam.
E dizendo isso, João Batista seguiu à frente do Grupo e avançou. Seguiram-no quase todos os que ali estavam. Vi pessoas daqui e de outros Grupos, vi pessoas que nos conhecem apenas pela internet, vi pessoas de fora do Brasil também.
Não sei explicar como sei quem é quem, apenas sei
Vi companheiros do GESJ.
Avançamos seguindo João Batista até encontrar os primeiros "gigantes". Aos poucos, e sob seu comando, ele e pequenos grupos foram se destacando e avançando na direção do inimigo, formando um grupo de guerreiros, para cada gigante.
Primeiro, os gigantes tentaram nos pisar e nós corríamos em diferentes e combinadas direções, de modo que eles se atrapalhavam e se desequilibravam. Muitos caíam e naquele momento, corríamos a atacar-lhes em várias partes do corpo. Os mais preparados, atacavam a região do coração, para a drenagem necessária das toxinas do coração, conforme nos fora ensinado.
Enquanto isso os companheiros ficavam ali plantados, imobilizando pernas e braços dos gigantes.
Por fora do campo de combate, outro grupo de gigantes esperava, mas eles estavam armados e ao invés de nos pisar, tentaram nos atingir com bombas e bolas negras. Nós corríamos em total sincronia como se tivéssemos treinado uma dança em grupo e as bolas estouravam no vazio.
Do alto, a águia emitia ainda altos silvos, mantendo a barreira de som, que filtrava o tempo de entrada dos inimigos, avançando sobre nós, apenas a quantidade suficiente para dominarmos e vencermos.
A noite termina. O grupo retorna para o local inicial, exausto. Novo jato de luz é derramado sobre todos; alguns aproveitam mais, outros menos. João Batista retoma a palavra dizendo:
Irmãos, retornamos a salvo. As feras inomináveis foram abatidas, mas não é findo nosso combate. Retornem ao corpo de carne, abastecendo de fé vosso coração, pois mais uma vez, aqui nos reuniremos.
Vão em paz.
João Batista
GESH - 08/05/2009 - Vitória, ES - Brasil