Reptiliano - Mais tem o Diabo para dar.
Margarida - Mais tem o Diabo para dar, do que, o que?
R - Do que vocês tirar.
M - A gente não tira nada de ninguém. Imagine só, tirar alguma coisa do Diabo!...
R - Estão tirando nossa fonte de alimento, nossos escravos que constroem nossas cidades. Foram eles que quiseram, foram eles que abriram seus corações para que nossas garras, ali se fincassem. Por que agora somos culpados de tudo? Por que agora querem nos destruir? São justiceiros? Então são iguais a nós.
M - Olha meu irmão, nós não viemos aqui para comprar briga com vocês, não viemos aqui para tirar o alimento, o pão de cada dia, seus escravos e domínios!
Viemos apenas para libertar aqueles que o Pai determinou, que já estavam ou já estão, na época de serem livres.
R - E eles querem, por acaso?
M - Quiseram. Um monte já aceitou e foi embora.
R - Tudo fingimento.
M - Não é fingimento não, meu irmão, é saturação de sofrimento.
R - Outros virão, outros virão.
M - Não duvido nada, no mundo tem gente de todo tipo, para tudo quanto é atividade.
R - Para cada um que vai, buscaremos três para seu lugar.
M - Não estou duvidando, porque, o que existe de gente igual ao irmão, por aí solto e sem rumo, acaba vindo prá cá.
R - A Terra nos pertence.
M - Não! Ah, isso não! Vamos com calma. A Terra não pertence a vocês.
R - Estamos em todos os lugares, nos "postos mais importantes de todos os governos da Terra". Como não é nossa?
M - Quando "esses governos" aqui chegaram, todos eles, sem exceção e vocês também, a Terra já existia há milênios, formada por Jesus e uma Equipe de Engenheiros Siderais. Portanto, a Terra não é de vocês que são "decaídos e vieram para cá, cujo Planeta já não os agüentava mais por lá, pois suas vibrações pesadas eram incompatíveis com seu Mundo de origem e a seleção do joio do trigo já havia sido feita por lá.
R - Por que não posso falar tudo o que estou pensando?
M - Espere aí, vai falar tudo sim, por mim, pode falar tudo o que quiser.
R - Ela não esta deixando.
M - Bom, aí já é diferente, se ela, "não sei quem é ela", não esta deixando, então, tudo bem, mas, por mim e as companheiras você falaria tudinho. Estamos aqui espontaneamente, por amor ao próximo. Não viemos ganhar coisa nenhuma, viemos ajudar aqueles que precisam de ajuda, porque na época em que nós estávamos também presos, dominados e torturados outros irmãos vieram e nos libertaram. Amanhã ou depois se você precisar de nós, estaremos aqui de braços abertos, dizendo, venha irmão, pois queira ou não queira você é nosso irmão filho de Deus como todos nós.
R - Pode ser. Venham comigo, adentrem nossas cidades, vão gostar.
M - Não agora, a hora que você precisar de nós.
R - Não estão levando os nossos ajudantes venham para o lugar deles.
M - Para fazer o mal? As atividades que exercemos não temos como exercê-las aqui. Será que vocês aceitariam passar para o nosso lado? Serem amigos e trabalhadores da mesma seara?
R - Se vocês fizerem tudo igual como fazemos, podemos ser amigos. Estamos em lados opostos.
M - Opostos e bem distantes.
R - Somente na luta vamos decidir isso.
M - Pois é, a distância pode diminuir, pense antes meu irmão. A gente não gosta de pegar espada para lutar, mas, se for necessário a gente luta e luta com coragem para vencer.
R - Vejamos quem vencerá! Do fundo do Abismo chegam reforços rapidamente.
M - Nós estamos sabendo; todavia, lutamos em média de um prá dez, ou vinte, não importa, depende da situação.
R - Pelo que estou vendo, eu não volto mais.
Podem me prender, eu não sou o "maior comando" não, sou apenas um dos muitos.
M - Meu filho, nós não corremos atrás do general, ou do comandante, nada disso. Estamos atrás de irmãos carentes, necessitados. Se você já está precisando sair dessa linha de trabalho, cansativa demais, sem nenhuma recompensa, não importa quem, seja um servente ou general.
R - Eu não estou me entregando, eu fui aprisionado.
M - Eu sei, mas as circunstâncias puseram você perto de nós. Aproveite filho a oportunidade. Jesus é quem está convidando. Somos irmãos, criados pelo mesmo Deus. Só existe um Deus, um Criador; pensa nisso um pouco.
R - Desconheço essa força.
M - Mas vai conhecer, nem que seja, meu querido, com a força da espada, atravessando seu coração.
R - Que seja.
M - Aí você vai se lembrar que Deus existe.
R - Que seja.
M - Mas, não é ameaça.
Fazer isso, é a mesma coisa quando uma pessoa está com apendicite ou com um tumor maligno e que o médico abre a barriga e tira aquele tumor ou a parte do intestino que está inflamada. Você está entendendo? O médico não olha para o paciente com ódio, raiva ou sentimento de vingança. Não! Ele vai dar alívio ao paciente.
A mesma coisa, nós, com a espada.
Conversamos, oferecemos oportunidade de trabalho, de união com as Forças do Bem, mas se o irmão não aceita, lança-se mão do último remédio: a espada.
Mais dia, menos dia, você terá que voltar-se para o Pai que lhe criou e criou tudo que existe.
Última palavra nossa, se vocês não querem passar para o nosso lado com a palavra amiga, com promessa de paz, amor, harmonia e de progresso, a gente tem que machucar vocês, ferir seu coração, deixar vazar esse sangue negro, podre, para você então, reconhecer que há uma Força Maior.
R - Mediremos forças no campo de batalha.
M - Que assim seja; mas isso a gente faz com muita compaixão.
R - E nós com muito ódio.
M - Poderia ser de maneira diferente. Você é nosso irmão, filho de Deus, irmão de todas as companheiras aqui presentes.
Olha, a oferta está lançada, ainda há tempo.
Eu não sei bem, parece-me que a luta será na noite de hoje.
R - Vejamos quem é o mais forte.
M - Vamos fazer uma prece, em seu benefício.
Ave Maria, cheia de graças...
Reptiliano
GESH - 04/11/09 - Psicofonia - Mirante dos Golfinhos - Fernando de Noronha, PE - Brasil
Vidência: Vejo que alguns Reptilianos, inclusive o que deu a comunicação, estão presos em gaiolas, içados por Naves pequenas. Todos ouviram o diálogo.