Irmãos, a paz seja convosco!
As dores superlativas expiatórias, revelam o grau de comportamento da criatura com o próximo, posto que, toda ação degenerativa gera uma dor no próprio ser.
Fugir à prova pelas portas do suicídio é sentença de dor ainda maior no expurgo das culpas.
O corpo astral, sendo de composição etérea sensível e moldável pelo próprio indivíduo, no transcurso de suas existências planetárias, no uso do livre arbítrio, sutiliza-o ou deforma-o.
Nas ações de esforço no aprimoramento moral, o ser sutiliza seu corpo astral ou perispírito. Na conduta de decadência moral e pelo suicídio, a criatura molda sua alma na deformidade desfigurativa, que somente será aprimorada, com o enfrentamento da mesma prova, em nova existência.
Sucumbir pelo suicídio é transferir por séculos à frente, o desejado encontro com a paz, a harmonia e o equilíbrio.
Ninguém sofre por injustiça divina e a Espiritualidade Superior, em nome de Deus e sob a Égide de Jesus, está sempre presente nas lutas dos encarnados pela superação de suas provas, por aspérrimas que sejam.
O desenvolvimento da fé no Criador e a prática das Lições de Jesus são os recursos salvacionistas de todos nós.
Jesus abençoe a todos.
Joana de Ângelis
GESJ - 19/01/2010 - Reunião Pública - Vitória, ES - Brasil