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Charcos do Astral Inferior

20/11/2000

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Viagem Astral

Vi formando-se uma bolha de luz azul ao meu redor, luz viva e linda. Depois, um Ser me deu a mão para ajudar a sair do corpo. Ele explicou o seguinte:

Comunicação

A bolha de proteção que a envolve funciona como um escafandro e tem duração limitada. Por isso, precisamos agir rapidamente.

Pergunta - Onde estamos?

Resposta - Nos charcos do Astral Inferior.

Pergunta - Viemos resgatar alguém?

Resposta - Sim.

Chegamos a um local, depois de atravessar um pântano. Paramos e fizemos uma prece. O ambiente era muito escuro e estéril, não via nenhuma forma de vida. Iniciamos oração de harmonização.

Durante a prece minha bolha foi abaixando e parecia que is entrar na lama. Confesso que fiquei um pouco confusa e com medo de estar fazendo algo errado. Julguei que minha vibração estava abaixando, mas depois com o pensamento de que não posso fugir do que sou, me entreguei à tarefa e pedi ajuda a Deus. Imediatamente restabeleci a confiança e o contato.

O Ser que me acompanhava encontrava-se concentrado e irradiava uma força magnífica. Eu comecei a levitar de novo e da lama começaram a surgir vários seres enlameados com rapidez incrível. Levantaram-se retos sem dobrar os braços ou pernas como que magneticamente atraídos pela bolha e nela se grudavam.

Fim da primeira parte.

Mais uma vez concentrada voltamos ao mesmo local no charco inferior. Uma luz semelhante a um holofote de navio percorria todo o espaço como que procurando novas formas de vida. Nada mais foi encontrado, porém vi um clarão no céu. Ele estava muito próximo e todo meu ser reconhecia a presença de uma nave feita de luz e dentro dela a presença dos irmãos de Orion.

Da nave partiu uma luz que esterilizou o local desmanchando a lama. Eu e Artram (ele era meu instrutor), estávamos ali mas a luz não nos causava mal algum. Todo o lugar continuou insípido, porém sem lama e não mais negro. Agora parecia um deserto seco e árido, a terra toda rachada semelhante às paisagens secas do Nordeste. Árvores secas sem folhas e galhos pelados, sem vida. Em mim houve um desejo grande de tornar o lugar vivo de novo. Artram gentilmente informou que não poderia ainda e que havia vários locais como esse e só depois da "limpeza" a vida ali brotaria novamente.

Saímos e atrás de nós uma espécie de cinturão fechou-se em torno do lugar e Artram criou uma espécie de paisagem falsa, como os cenários dos filmes, e fechou a entrada do lugar. Dali seguimos para um outro local.

Chegamos então a uma sala onde havia várias macas e nelas se encontravam os seres sujos de lama deitados. Vi muitos e fiquei sabendo que eram 50. Recebi do instrutor orientação para acionar a maca de cada um dos seres e coloquei-me a serviço.

De frente para a maca com os pés do ser voltados para mim iniciei sincera prece ao Mestre Ramatis após o que, do alto acendeu uma luz e assim fiz com as restantes que uma a uma foram se acendendo.

Depois me coloquei de volta na primeira maca, agora na parte oposta onde se encontrava a cabeça do ocupante. Com uma das mãos eu puxava uma fita prateada e ajudava-a sobre a testa do paciente prendendo a outra ponte na maca. Erguia então uma haste prateada que trazia na ponta uma pequena esfera também prateada. O conjunto fazia lembrar uma antena. O mesmo procedimento foi usado para os outros pacientes.

Artram explicou-me tratar-se de um processo lento de reprogramação mental. Que esses seres estavam sendo preparados para reencarnarem no planeta intruso. Aquele procedimento servia para reduzir-lhes a rebeldia tornando viável o seu transporte para outro planeta onde o reencarne se daria.

Eles já saíam daqui com o trabalho bem adiantado incluindo esquecimento do passado e redução do corpo astral até o nível de criança bem pequena.

Nesse ponto fui trazida de volta. Missão cumprida.

18/08/00




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